Uma nova confusão em torno do Campeonato Paraibano de Futebol Feminino. A competição que já teve interferências da justiça – desportiva e comum – na temporada passada, agora, na temporada de 2016, é alvo de uma ação judicial do Kashima, que entrou com uma ação no Tribunal de Justiça Desportiva da Paraíba (TJD-PB) contra o Flamengo Paraibano. O presidente do clube aurinegro, Marcos Lima, denunciou o Rubro-Negro sob a acusação de ter escalado pelo menos duas jogadoras irregulares na estreia do campeonato, contra o Botafogo-PB, no dia 20 de novembro. Marcos pede a exclusão do rival da competição alegando que há desrespeito por parte do Fla do Artigo 7 do Regulamento Específico da Competição e o Artigo 214 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva – ambos falam de regularização de jogadores. A ação, inclusive, já está nmas mãos do presidente do TJD da Paraíba, Lionaldo Santos. A curiosidade é que, caso a ação do Kashima seja acatada e o Flamengo acabe excluído, a competição ficaria com apenas três clubes, o que impediria que ela valesse como classificatório para a Copa do Brasil de Futebol Feminino, como está previsto inicialmente. Marcos, pelo menos por ora, não se preocupa muito com as eventuais consequências. E cobra uma análise do caso: – Desde o dia 28 de novembro eu peço à Federação Paraibana de Futebol (FPF) explicação sobre as escalações irregulares e não tive respostas. Na quarta-feira, entrei com um novo requerimento na entidade. E nada. Então recorremos ao tribunal. Várias atletas que atuaram no jogo só apareceram no BID nos dias 22, 24 e 25 de novembro – afirmou Marcos Lima. Fonte: globoesporte Por: Caio Oliveira

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